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Notícias de Junho |
Seminário Sociedade Digital – Copa 2014
O Seminário Copa 2014 terá seu início pelo Estado do Rio Grande do Norte no dia 15 de julho, seguindo para as demais cidades conforme calendário: |
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Os temários foram finalizados e proporcionarão o aperfeiçoamento das cidades sede da Copa 2014 e principalmente, o nosso comércio que receberá as informações sobre as ameaças e oportunidades, ante à tão importante evento.
Os hoteis e os centros de convenções já foram reservados bem como os patrocinadores nacionais contratados.
Desta forma, solicitados a especial atenção dessa Presidência para este evento que, além de divulgar a entidade e o movimento lojista como um todo, proporcionará a prospecção de patrocínios locais para a entidade, sendo que o custo do evento já está assegurado pelos patrocínios nacionais.
Enfatizamos que a efetiva participação dessa entidade demonstrará a força do varejo e sua preocupação com a realização deste grande evento mundial.
Contamos com a participação de todos.
Roque Pellizzaro Jr – presidente da CNDL
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ANÁLISE - Cielo e Redecard agora querem fidelizar lojistas
Às vésperas da era da competição no mercado brasileiro de cartões, publicidade, descontos e prêmios viram as principais armas das redes de credenciamento para conquistar a preferência dos lojistas.
Cielo e Redecard, que por cerca de 15 anos foram as únicas a operar no país as bandeiras Visa e Mastercard, respectivamente, estão quase dobrando o orçamento de marketing. Juntas, ambas devem gastar com isso cerca de 150 milhões de reais neste ano.
Propaganda, no entanto, é apenas parte do esforço para tentar garantir o market share --até poucos meses, as duas detinham cerca de 90 por cento do mercado--, diante da chegada de novos players, fase iniciada em abril com o Santander Brasil, por meio da GetNet.
A ofensiva inclui iniciativas até há pouco impensáveis, como isenção do aluguel dos terminais --chamados de POS-- e prêmios, que incluem até viagens para os lojistas mais fiéis.
"Este será um fator de diferenciação no médio prazo", disse recentemente o presidente da Cielo, Rômulo Dias. Maior do país, a Cielo perde a partir de 1o de julho a exclusividade sobre a bandeira Visa, mas passará a receber também os cartões Mastercard.
As companhias evitam falar abertamente em descontos nas taxas cobradas por transação, que hoje variam de 2,5 a 5 por cento do valor da venda, dependendo do faturamento da loja, mas essa tendência fica implícita em suas próprias declarações.
"Com o crescimento da economia, esperamos volumes crescentes de transações, o que faz com que você tenha preços mais competitivos", disse à Reuters o presidente-executivo da Redecard, Roberto Medeiros.
Na visão das gigantes, uma participação relativamente menor não preocupa tanto, já que ambas tendem a permanecer como líderes num mercado com tendência de crescimento acelerado nos próximos anos, em meio à expectativa de economia em expansão e gradual aumento do uso de cartões para pagamentos de compras, em detrimento de cheque e dinheiro.
Os dados do setor sustentam essa estimativa. Os números mais recentes da Associação Brasileira das Empresas de Cartões de Crédito e Serviços (Abecs) mostram que as transações financeiras com uso de cartões de crédito e débito nos primeiros cinco meses do ano seguiram crescendo à taxa anual de 20 por cento.
"Ainda há um espaço enorme para expansão desse segmento, que é o segundo mercado financeiro que mais cresce no Brasil, só atrás do crédito imobiliário", disse o presidente da Abecs, Paulo Caffarelli.
É uma visão frontalmente oposta à de lojistas, que há anos vêm se queixando dos preços cobrados pelas credenciadoras nas transações e pelo aluguel dos terminais. Agora, veem na competição a chance de equilibrar as negociações.
Segundo o presidente da Confederação Nacional dos Dirigentes Lojistas (CNDL), Roque Pellizzaro Júnior, a competição levará a maior parte dos lojistas a se desfazer de uma das grandes redes, já que não fará mais sentido pagar duas para fazer o mesmo serviço. Só com aluguel de POS, que tende a cair à zero, ele estima uma perda de receita para Cielo e Redecard da ordem de 1 bilhão de reais por ano. Em 2009, as duas empresas tiveram, juntas, faturamento de cerca de 1,8 bilhão de reais apenas com o aluguel das máquinas.
"Os lojistas ficarão com a faca e o queijo na mão", disse Pellizzaro Júnior.
Isentar clientes da cobrança de aluguel pelo uso do terminal foi uma das táticas que o Santander Brasil adotou logo de saída, dentro da meta de conquistar 10 por cento do mercado nacional de cartões nos próximos três anos. O raciocínio do banco é que por ser o único a ter 100 por cento do controle de uma adquirente, pode oferecer mais pacotes de descontos de tarifas para lojistas.
Analistas do setor se dividem, conforme informações disponíveis nos sites de Relações com Investidores de Cielo e Redecard. De um lado, temem recomendar a venda das ações que estão entre as detentoras dos melhores índices de rentabilidade da Bovespa. Por outro, sabem que, na melhor das hipóteses, competição maior reduz o número de potenciais vencedores.
Considerando apenas o desempenho das ações na bolsa, Redecard vem levando a pior, com uma queda de 1,2 por cento no acumulado em 2010 até 16 de junho, período em que o papel da Cielo subiu 14,3 por cento.
A visão de analistas para Cielo é também levemente superior. Das 21 casas de investimentos que mantêm cobertura da companhia, 10 recomendam compra das ações, sete sugerem manutenção, enquanto quatro indicam venda ou que a ação tem uma expectativa de desempenho abaixo da média do mercado.
No caso de Redecard, acompanhada de perto por 22 analistas, apenas seis sugerem compra das ações. Outros 15 sustentam manutenção, enquanto um indica venda.
Fonte: Agência Reuters / Brasil Online
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Relatório Seminário Internacional sobre cartões de pagamento
O evento foi realizado nos dias 17 e 18 de junho no BANCO CENTRAL DO BRASIL no Rio de Janeiro. Foram abordados assuntos de grande interesse para todos os públicos que trabalham, utilizam e operam com Cartões de Pagamento , inclusive o Poder Legislativo que teve um painel para abordar o assunto sobre a questão de leis especificas Outra questão de grande relevância foi a participação de instituições internacionais como BANCO MUNDIAL e de outros países , como : Canadá, Austrália e União Européia .
Outro grande painel foi o do Comércio que teve a participação das seguintes instituições:
CNDL- Confederação Nacional de Dirigentes Lojistas ,FECOMERCIO/ SP,
FECOMBUSTIVEIS e ABRAS -Associação Brasileira dos Supermercados.
O presidente da CNDL , Roque Pellizzaro Jr fez uma brilhante exposição sobre o processo que envolve os emissores , consumidores e comerciantes. As altas taxas cobradas pelas administradoras de cartões de crédito de 2% à 5% ,as elevadas taxas para antecipação e os enormes prazos para o recebimento que vão de 30 à 40 dias . Foi feito um comparativo com outros países da América do Sul e Central , as quais as taxas são bem menores que as cobradas em nosso país.
Participaram do evento diretores da : CIELO , REDECARD, Instituições Financeiras Brasileiras e Internacionais, Entidades de Classe, Representantes de outros Países ,Universidades e Legisladores e Consumidores
O presidente da FCDL RJ, Jair Francisco Gomes participou do último dia do evento acompanhando o presidente da CNDL.
Fonte CDL Campos
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Lojistas participam de seminário em Brasília
A FCDL RJ esteve presente no evento com um grupo de representantes CDLs demonstrando a força do movimento lojista do estado do Rio de Janeiro na luta contra a substituição tributária.
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A força e a união do Movimento foram demonstradas por caravanas de fora da Capital Federal, entre elas a do Rio de Janeiro.
O presidente da FCDL RJ, Jair Francisco Gomes, acompanhado por representantes da CDL de Campos, Joilson Barcelos (presidente), Marcelo Mérida (ex presidente e vice presidente da FCDL RJ), Edvar Freitas (ex presidente e diretor distrital da FCDL RJ) e outros cinco diretores; presidente da CDL de Barra Mansa, Juliana Lanes Rolim e a diretora Maria das Graças Marcelino, presidente do CDL Rio, Aldo Moura, presidente da CDL Rio Bonito, André Felipe Goittert e Valter Ney Ornelas, presidente da CDL de Angra dos Reis – marcaram presença no Seminário Nacional Aprimoramentos da Lei Geral das Micro e Pequenas Empresas em Brasília, no dia 8 de junho, promovido pelo Congresso Nacional.
Destacaram também as presenças de Roque Pellizzaro Jr e o presidente da FENACON – Valdir Pietrobon.
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Este encontro serviu como base para subsidiar projeto de lei complementar que vai alterar a Lei Geral. Atualmente as Micro e Pequenas Empresas são a base da economia nacional, responsáveis pela empregabilidade e sustentabilidade dela.
Em um dos painéis apresentados por Roque Pellizzaro Jr, ficou demonstrada a perversidade da Substituição Tributária e a antecipação do ICMS nas fronteiras para as empresas varejistas optantes do Simples Nacional, além da necessidade de ampliação do teto da tabela do Simples para R$ 3,6 milhões.
Em pauta, entre os assuntos discutidos por vários parlamentares destacaram:
- os deputados da frente querem ainda impedir que as empresas sejam excluídas do Simples caso fiquem em débito com o fisco como exige hoje a lei geral;
- a necessidade da criação do Ministério das Micro e Pequenas Empresas;
- o impacto da substituição tributária no sistema simplificado;
- o ICMS poderá acabar com o Sistema Simplificado que foi um grande avanço e certamente será um grande retrocesso. Mesmo com a notícia de que 4 milhões de empresas em todo o país estão no Simples, a Substituição Tributária poderia em médio prazo inverter esse quatro;
- as pequenas e as micros empresas não vão conseguir suportar a concorrência com os grandes. É um quadro totalmente desigual;
“São atitudes como estas que mostram que devemos estar unidos e lutar pelos direitos de nossa classe, relatando dificuldades, insatisfações e buscando soluções. É preciso agir sempre, não desanimar e trabalhar junto aos poderes públicos e privados na luta da nossa classe”, finaliza Jair Francisco Gomes, presidente da FCDL RJ.
Fonte CDL Campos
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Carga tributária: Enfim, livres: após 148 dias
Parabéns! A partir de hoje, você finalmente será recompensado pelos seus esforços profissionais em 2010. Isso porque na última sexta-feira, dia 28 de maio, o brasileiro começou a ficar livre da carga tributária insuportável que abocanha boa parte de seus vencimentos.
De acordo com estudo divulgado pelo Instituto Brasileiro de Planejamento Tributário (IBPT), desde 1º de janeiro até esta sexta, o brasileiro trabalhou apenas para cumprir suas obrigações tributárias com os fiscos federal, estaduais e municipais. São 148 dias trabalhando só para o leão, sem ficar com um tostão sequer.
E esse período vem aumentando. Em 1991, o brasileiro trabalhava 90 dias por ano para sustentar o governo. Em 2001, eram 130. Em países vizinhos, o tempo é menor: 97 dias na Argentina e 92 no Chile. Nos Estados Unidos, as pessoas trabalham 102 dias por ano para pagar impostos.
De cada R$1.000 reais recebidos de salário por um brasileiro, R$ 400 são consumidos por impostos.
Propostas de Reforma Tributária:
Há anos, o Brasil espera por uma reforma tributária ampla. De empresários a líderes do governo e da oposição, quase todos concordam que a carga de impostos é excessiva, o que inibe investimentos e o crescimento do país.
Desde o primeiro mandato do presidente Lula, o governo promete enviar ao Congresso uma proposta de reforma que racionalize o sistema, alivie o contribuinte, reduza a sonegação e ajude a colocar o Brasil na rota do crescimento constante.
Confira a seguir propostas apresentadas em reportagens de VEJA. Em seguida, os principais pontos da reforma que o governo promete enviar ao Congresso – que fala em reengenharia legal, mas não garante a tão aguardada redução de carga tributária.
Unificar impostos: No Brasil, a cobrança de muitos tributos é feita em cascata, o que encarece custos de produção e valores finais dos produtos. Além disso, a distorção alimenta a burocracia. A solução é a unificação dos impostos, limpando a área tributária.
Encerrar a guerra fiscal: Os estados brasileiros perdem anualmente 25 bilhões de reais ao conceder subsídios a empresas para atrair investimentos. Unificar as alíquotas dos impostos cobrados pelos estados seria a melhor maneira de contornar essa anomalia.
Tributação dos bens de consumo x impostos diretos: A maior distorção do sistema tributário é a carga excessiva sobre o consumo. Como os mais pobres gastam tudo o que ganham, eles pagam, proporcionalmente, mais impostos. O ideal seria ampliar a participação dos impostos diretos, como o imposto de renda (IR) e o IPTU, cobrados de acordo com a renda e o patrimônio dos contribuintes.
Reduzir alíquotas: A redução das alíquotas não só faz bem ao brasileiro como a toda economia. Ela torna os produtos mais baratos, reduz a informalidade e eleva a receita com impostos. Pesquisa da consultoria McKinsey revelou que uma redução de 20% da informalidade – que nada mais é do que sonegação de impostos – aumentaria a arrecadação a tal ponto que a taxa de crescimento do Brasil subiria ao menos 1,5 ponto porcentual.
Principais pontos da proposta que o governo deve enviar ao Congresso:
Substituir os impostos federais (IPI, PIS, Cofins, Cide etc.) por um único tributo, o Imposto sobre Valor Agregado (IVA-F)
Substituir gradualmente o Imposto sobre Circulação de Mercadorias e Serviços (ICMS), cobrado pelos estados, pelo Imposto sobre Valor Agregado (IVA-E)
Integrar o Imposto sobre Serviços (ISS), cobrado pelos municípios, ao IVA-E
Encerrar a guerra fiscal: estados teriam autonomia na fixação de alíquotas do IVA-E, mas dentro de parâmetros definidos nacionalmente.
Fonte: CNDL
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