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| BIG SHOW NRF 2011 - A maior Feira de Varejo do Mundo - NY |
| Relato de Isaque Farizel sobre o evento BIG SHOW NRF 2011, a maior Feira de Varejo do mundo realizada em Nova York |
Tive o privilegio de participar da 100a Edição da maior Feira de Varejo do Mundo que acontece nos EUA anualmente - NRF BIG SHOW 2011. Tenho outras participações, mas esta tem sabor especial por diversos fatores, dentre eles destaco três; uma marca histórica - 100 anos de Feira, o Brasil com a maior Delegação Internacional e poder ouvir nos EUA sobre sustentabilidade.
Nas próximas linhas, vou procurar expressar a minha impressão sobre o que vimos e sentimos nestes dias em NY. Confesso, resumir toda experiência que tivemos por lá será uma tarefa especial e prazerosa, porém difícil. Nesta edição a proposta dos Organizadores foi mostrar o varejo por fora - sustentabilidade e mobilidade.
Qualquer individuo pode facilmente notar e constatar a velocidade como as coisas estão acontecendo. A cada dia vemos novos aparelhos eletrônicos no mercado, maravilhosos, tornando nossos equipamentos modernos comprados recentemente em verdadeiras sucatas.
Afirmar, portanto, que nos próximos anos, meses, dias... As mudanças serão ainda mais radicais já não causa tanta surpresa, entretanto, como vamos nos inserir nesta onda? Vivemos um momento onde o Varejo passa por sua maior complexidade, tudo é muito desafiador: multi-loja, multi-canal, multi-geografia, multi-cliente.
A tecnologia permite ao Ser Humano um mundo novo extraordinariamente moderno, onde toda informação sobre qualquer assunto seja de onde for, chegue a tempo real. Essa revolução tecnológica ou digital torna o consumidor muito mais inteligente, informado, consciente e exigente, querendo cada vez mais conveniência.
Dentro da sua Loja, via telefone móvel ele esta recebendo mensagens promocionais do seu Concorrente, exatamente sobre aquele produto que ele esta experimentando, isso é a revolução digital. Que garantias Você tem ou dará, para que "Ele" compre na sua Loja? Que diferenciais ou conveniências Você esta entregando para Ele - "Consumidor e Senhor de Todas as Coisas"!
A decisão de compra pode ser motivada por um "sms" bem feito, enquanto se toma um cafezinho com amigos do trabalho e essa compra pode acontecer, pelo celular, computador, telefone ou até mesmo numa ida a Loja. Como mudamos!
O processo de compra esta fragmentado. O novo consumidor agora esta muito mais informado, conectado.
A notícia boa no Brasil é de que de 2003 a 2010 aproximadamente 40 milhões de novos brasileiros estão comprando, mudaram de faixa social, econômica. Esse número aumenta a cada dia e o brasileiro está podendo e querendo comprar cada vez mais. Observe, a metodologia de compra mudou - agora falamos em multi-canais.
Nos EUA 34% das compras efetivamente realizadas, o cliente antes de concretizar o negócio, faz consultas na internet.
Também, 44% dos americanos optam pelos varejistas onde os múltiplos canais tenham plena sintonia, ou seja, o varejista tem que entregar exatamente o que esta sendo oferecido, seja pelo site, catálogo, promoções e Loja física. E ainda, 50% dos consumidores entrevistados preferem comprar na Loja, onde podem sentir o produto, tocar, ver, conversar, experimentar. Existe, portanto aquele consumidor que prefere a experiência de ir a Loja, não obstante ser hoje muito mais informado.
Aqui constatamos um fato especial, a tecnologia existe, está mudando o processo de compras, nos permite saber sobre tudo em qualquer parte do Planeta, não importa onde estejam, estamos bem perto. As redes sociais, exemplo facebook - onde todos se falam, permitem uma troca de opiniões entre amigos que certamente vão influenciar nas mais diversas decisões, inclusive compras.
No Brasil temos mais celulares ativos que habitantes - 198 milhões. Como conquistar esse novo consumidor? A loja deve ter uma proposta clara, decoração atraente, produtos bem expostos, vendedores qualificados, sinalização diferenciada, excelente mix de produtos, atendimento diferenciado e personalizado, tem que ter uma reputação positiva, deve mostrar que é ecologicamente correta, onde todos ganham, "o planeta, o país, a cidade, as pessoas e o negócio". O consumidor saberá identificar que existe uma atmosfera positiva, diferenciada, onde todos sinergicamente atuam pelo bem comum. Quando se fala em todos, devemos pensar da seguinte maneira: os fornecedores, os entregadores, os vendedores, os clientes... É isso mesmo, pensar e agir de tal forma que todos trabalhem na sua empresa. Simples né! Ecologicamente correto! Ouça seus clientes, seus vendedores, seus amigos, se coloque no lugar deles, faça isso! Lembre-se o número de clientes está aumentando a cada dia e Você pode atendê-los. Das muitas experiências da NRF 2011, gosto muito das visitas Técnicas e, nesse breve relato quero compartilhar duas visitas, uma na Loja Empório da Armani e a outra na Loja American Girl, ambas na 5ª Avenida.
A Loja Empório Armani é simplesmente linda, no interior da loja tem uma escada branca inspirada na silhueta de uma modelo. Subir e descer nesta escada é sentir-se desfilando, impossível entrar nessa Loja e não comprar algum item. O atendimento é muito bom. Produtos excelentes, ambiente maravilhoso, uma marca que está na mente e no coração do consumidor, fatalmente comprará e muito. A circulação no interior da Loja acaba te levando nos mais variados setores, quem vai apenas visitar essa Loja, fatalmente fará compras. (imperdível)
Sou fascinado pelo "case" American Girl: Conceito fantástico, conseguiram transformar o ato de comprar boneca em um acontecimento especial. As meninas ficam alucinadas desfilando com as sacolas (compras) dos inúmeros itens de encantamento e realização de sonhos que essa Loja oferece. Imaginem, Você vai a Loja da America Girl com sua filha, que compra a roupa da boneca, que tem um modelo igualzinho pra Menina e pra Mamãe da menina, todas idênticas. Tem Hospital pra atender qualquer emergência que aconteça com a boneca, teatro que conta a história da boneca, restaurante pra comemorar o aniversário da boneca, enfim, a boneca é parte da familia, tratada com requintes especiais.
Concluindo, quem vivencia a experiência da NRF, tem obrigação de voltar sonhando mais e realizando muito mais.
Isaque Farizel Diretor Conselheiro da Federação das CDL´s do Estado do Rio de Janeiro.
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Movimento Solidário Cedelista
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Dando continuidade a ajuda aos desabrigados da Região Serrana, a Federação das Câmaras
de Dirigentes Lojistas do Estado do Rio de janeiro abriu uma conta corrente para receber doações
destinadas as vitimas desta catástrofe. A divulgação foi feita para todas as CDLs filiadas do Estado do Rio de Janeiro a fim de mobilizar ainda mais essa iniciativa. |
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Entrega do IR 2011 começa em 1º de março; saiba o que muda . Este ano não será mais permitida a entrega via formulários.
Também é o último ano do acordo para correção de 4,5% da tabela do IR |
Começa no dia 1º de março e vai até 29 de abril o prazo de entrega da declaração do Imposto de Renda Pessoa Física (IRPF) 2011, ano-base 2010. Quem perder o prazo estará sujeito a uma multa mínima de R$ 165,74.
Este ano, as principais novidades são o fim da possibilidade de entregar a declaração via formulário, e o término da correção da tabela do IR.
Veja o que muda:
Formas de entrega
A declaração poderá ser enviada pela internet, por meio da utilização do programa de transmissão da Receita Federal (Receitanet), ou via disquete (nas agências do Banco do Brasil ou da Caixa Econômica Federal). Em 2011, pela primeira vez, não será permitida a entrega via formulários.
Obrigatoriedade
Segundo a Receita Federal, estão obrigadas a apresentar a declaração as pessoas físicas que receberam rendimentos tributáveis superiores a R$ 22.487,25 em 2010.
Também estão obrigados a apresentar o documento os contribuintes que receberam rendimentos isentos, não-tributáveis ou tributados exclusivamente na fonte, cuja soma tenha sido superior a R$ 40 mil neste ano.
Também é obrigatória a entrega para quem obteve, em qualquer mês de 2010, ganho de capital na alienação de bens ou direitos, sujeito à incidência do imposto, ou realizou operações em bolsas de valores, de mercadorias, de futuros e assemelhadas.
Quem tiver a posse ou a propriedade, em 31 de dezembro deste ano, de bens ou direitos, inclusive terra nua, de valor total superior a R$ 300 mil, também deve declarar IR em 2011.
A obrigação com o Fisco se aplica também àqueles contribuintes que passaram à condição de residente no Brasil, em qualquer mês deste ano, e que nesta condição se encontrem em 31 de dezembro de 2010.
A regra também vale para quem optou pela isenção do imposto sobre a renda incidente sobre o ganho de capital auferido na venda de imóveis residenciais, cujo produto da venda seja destinado à aplicação na aquisição de imóveis residenciais localizados no país, no prazo de 180 dias contados da celebração do contrato de venda.
Atividade rural
Também é obrigatória a entrega da declaração de IR 2011 para quem teve, em 2010, receita bruta em valor superior a R$ 112.436,25 oriunda de atividade rural. O documento também tem de ser entregue por quem pretenda compensar, no ano-calendário de 2010 ou posteriores, prejuízos de anos-calendário anteriores ou do próprio ano-calendário de 2010.
Completo ou simplificado
A Receita Federal lembra que os contribuintes podem optar por dois modelos na entrega do documento: simplificado ou completo. A regra para fazer a declaração simplificada continua a mesma: desconto de 20% na renda tributável. Este desconto substitui todas as deduções legais da declaração completa. Em 2011, o limite do desconto é de R$ 13.317,09. Em 2010, o limite foi de R$ 12.743,63.
No caso da dedução por dependentes, possível apenas por meio da declaração completa, o valor subiu de até R$ 1.730,40 em 2010 para até R$ 1.808,28 no ano que vem. Nas despesas com educação (ensino infantil, fundamental, médio, técnico e superior, o que engloba graduação e pós-graduação), o limite individual de dedução passou de até R$ 2.708,94, em 2010, para até R$ 2.830,84 no próximo ano.
Para despesas médicas, as deduções continuam sem limite máximo. Podem ser deduzidos pagamentos a médicos, dentistas, psicólogos, fisioterapeutas, terapeutas ocupacionais, fonoaudiólogos, hospitais, além de exames laboratoriais, serviços radiológicos, aparelhos ortopédicos e próteses ortopédicas e dentárias.
Declaração de bens e dívidas
Segundo o Fisco, a pessoa física deve relacionar, na declaração do IR, os bens e direitos que, no Brasil ou no exterior, assim como suas dívidas. De acordo com o órgão, ficam dispensados de serem informados os saldos em contas correntes abaixo de R$ 140, os bens móveis, exceto carros, embarcações e aeronaves, com valor abaixo de R$ 5 mil. Também não precisam ser informados valores de ações, assim como ouro, ou outro ativo financeiro, com valor abaixo de R$ 1 mil. As dívidas dos contribuintes, ou seus dependentes, que sejam menores do que R$ 5 mil em 31 de dezembro de 2010 também não precisam ser declaradas.
Último ano da correção da tabela
Após quatro anos, a correção da tabela do Imposto de Renda Pessoa Física (IRPF) chegou ao fim. O último percentual de reajuste, de 4,5%, incidirá nos valores em 2010, e será aplicado na declaração do Imposto de Renda de 2011. Depois disso, porém, não há nada fechado para que a atualização continue acontecendo.
Ao corrigir a tabela do IR, o governo abdica de arrecadação, uma vez que menos contribuintes passarão a pagar o Imposto de Renda. Ou aqueles que continuarão pagando, com o reajuste da tabela, seriam menos tributados. Para que o reajuste da tabela do IR continue acontecendo de 2011 em diante, com impacto nos anos seguintes, a presidente eleita, Dilma Rousseff, terá de dar o seu aval para um novo acordo com os sindicatos.
Imposto a pagar
Caso o contribuinte tenha auferido imposto a pagar em sua declaração do IR, a Receita informou que isso poderá ser dividido em até oito cotas mensais, mas nenhuma delas pode ser inferior a R$ 50. Caso o imposto a pagar seja menor do que R$ 100, deverá ser pago em cota única. A primeira cota, ou a única, devem ser pagas até 29 de abril, e as demais até o último dia útil de cada mês, acrescidas de juros.
O débito automático em conta corrente também permanece como opção para o pagamento do imposto devido ao Fisco, mas é permitida somente para declarações apresentadas até 31 de março para cota única, ou primeira cota, ou entre 1º e 29 de abril a partir da segunda cota.
Fonte: Portal G1
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Receita Federal aperta o cerco contra os contribuintes |
Seguem abaixo, algumas orientações a fim de evitar problemas com o Fisco.
1. O QUE SERÁ CRUZADO:
Todos devem começar a acertar a sua situação com o Leão, pois neste ano o Fisco começa a cruzar mais informações, e no máximo em dois anos estará cruzando praticamente tudo.
As informações que envolvam CPF ou CNPJ serão cruzadas on-line com:
-> CARTÓRIOS: Checar os bens imóveis – terrenos, casas, apartamentos, sítios, construções, etc,
-> DETRANS: Registro de propriedade de veículos, motos, barcos, Jet-skis, etc.;
-> BANCOS: Cartões de crédito, débito, aplicações, movimentações, financiamentos; etc.
-> EMPRESAS EM GERAL: Além das operações já rastreadas (Folha de pagamentos, FGTS, INSS, IRRF, etc.), passam a ser cruzadas as operações de compra e venda de mercadorias e serviços em geral, incluídos os básicos (luz, água, telefone, saúde), bem como os financiamentos em geral. Tudo através da Nota Fiscal Eletrônica.
Tudo isso nos âmbitos Municipal, Estadual e Federal, amarrando pessoa física e pessoa jurídica através destes cruzamentos e podendo, ainda, fiscaliza os últimos 5 (cinco) anos.
2. MODERNIDADE DO SISTEMA:
Este sistema é um dos mais modernos e eficientes já construídos no mundo, e logo estará operando por inteiro. Só para se ter uma idéia, as operações relacionadas com cartão de crédito e débito foram cruzadas em um pequeno grupo de empresas varejistas no fim do ano passado, e a grande maioria deles sofreram autuações enormes, pois as informações fornecidas pelas operadoras de cartões ao fisco (que são obrigados a entregar a movimentação), não coincidiram com as declaradas pelos lojistas.
Este cruzamento das informações deve, em breve, se estender a um número muito maior de contribuintes, pois o resultado foi “muito lucrativo” para o governo.
3. FOCO NAS EMPRESAS DO SIMPLES:
Sua empresa é optante do Simples Nacional? Veja esta curiosidade inquietante:
-> TRIBUTAÇÃO PELO LUCRO REAL: Maioria das empresas de grande porte. Representam apenas 6% das empresas do Brasil e são responsáveis por 85% de toda arrecadação nacional;
-> TRIBUTAÇÃO PELO LUCRO PRESUMIDO: Maioria das empresas de pequeno e médio porte. Representa 24% das empresas do Brasil e são responsáveis por 9% de toda arrecadação nacional;
-> TRIBUTAÇÃO PELO SIMPLES NACIONAL: 70% das empresas do Brasil e respondem por apenas 6% de toda arrecadação nacional. OU SEJA, é nas empresas do SIMPLES que o FISCO vai focar seus esforços, pois é nela onde se concentra a maior parte da informalidade, leia-se, sonegação!
4. INFORMALIDADE DEVERÁ DIMINUIR:
Acredita-se que muito em breve, a prática da informalidade tende a diminuir muito! A recomendação é de que as empresas devem se esforçar cada vez mais no sentido de ir acertando os detalhes que faltam para minimizar problemas com o FISCO.
5. SUPERCOMPUTADOR T-REX E SISTEMA HARPIA:
A Receita Federal passou a contar com o T-Rex, um supercomputador que leva o nome do devastador Tiranossauro Rex, e o software Harpia, ave de rapina mais poderosa do país, que teria até a capacidade de aprender com o 'comportamento' dos contribuintes para detectar irregularidades.
O programa vai integrar as secretarias estaduais da Fazenda, instituições financeiras, administradoras de cartões de crédito e os cartórios.
6. DIMOF:
Com fundamento na Lei Complementar nº 105/2001 e em outros atos normativos, o órgão arrecadador - fiscalizador apressou-se em publicar a Instrução Normativa RFB nº 811/2008, criando a Declaração de Informações sobre Movimentação Financeira (DIMOF), pela qual as instituições financeiras têm de informar a movimentação de pessoas físicas, se a mesma superar a ínfima quantia de R$ 5.000,00 no semestre, e das pessoas jurídicas, se a movimentação superar a bagatela de R$ 10.000,00 no semestre. A primeira DIMOF foi apresentada em 15 de dezembro de 2008.
7. DECLARAÇÃO DE IMPOSTO DE RENDA JÁ PRONTA PELO FISCO PREVIAMENTE:
O acompanhamento e controle da vida fiscal dos indivíduos e das empresas ficará tão aperfeiçoado que a Receita Federal passará a oferecer a declaração de Imposto de renda já pronta, para validação do contribuinte, o que poderá ocorrer já daqui a dois anos.
8. PRIMEIRA ETAPA JÁ INICIADA EM 2008, 37.000 CONTRIBUINTES:
Apenas para a primeira etapa da chamada Estratégia Nacional de Atuação da Fiscalização da Receita Federal para o ano de 2008 foi estabelecida a meta de fiscalização de 37 mil contribuintes, pessoas físicas e jurídicas, selecionados com base em análise da CPMF, segundo publicado em órgãos da mídia de grande circulação.
9. CRIAÇÃO DO SISTEMA NASCIONAL DE INFORMAÇÕES PATRIMONIAIS DO CONTRIBUINTE:
O projeto prevê, também, a criação de um sistema nacional de informações patrimoniais dos contribuintes, que poderia ser gerenciado pela Receita Federal e integrado ao Banco Central, Detran, e outros órgãos.
10. PENHORA ON LINE:
Para completar, já foi aprovado um instrumento de penhora on line das contas correntes. Por força do artigo 655-A, incorporado ao CPC pela Lei 11382/2006, poderá requerer ao juiz a decretação instantânea, por meio eletrônico, da indisponibilidade de dinheiro ou Bens do contribuinte submetido a processo de execução fiscal.
11. REVISÃO DE PROCEDIMENTOS E CONTROLES CONTÁBEIS:
Tendo em vista esse arsenal, que vem sendo continuamente reforçado para aumentar o poder dos órgãos fazendários, recomenda-se que o contribuinte promova revisão dos procedimentos e controles contábeis e fiscais praticados nos últimos cinco anos.
12. A RECEITA ESTÁ TRABALHANDO MESMO:
Hoje a Receita Federal tem diversos meios (controles) para acompanhar a movimentação financeira das pessoas. Além da DIMOF, temos a DIRPF, DIRPJ, DACON. DCTF, DITR, DIPI, DIRF, RAIS, DIMOB, etc. etc.. Ou seja, são varias fontes de informações.
13. TESTES DO SISTEMA:
Esse sistema HARPIA, já estava em teste há 2 dois anos, e agora está trabalhando pra valer. Com a entrada em vigor da nota fiscal eletrônica e do SPED, que vai começar pra valer em 2009, ai é que a situação vai piorar, ou melhor, melhorar a arrecadação.
Todo cuidado é pouco: a partir de agora todos devem ter controle de todos os gastos no ano e verificar se os rendimentos ou outras fontes são suficientes para comprovar os pagamentos, além das demais preocupações, como lançar corretamente as receitas, bens, etc..
Fonte: Global Auditores com inf. da Fecomerciorj
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Cartão de crédito representa 62% dos gastos de brasileiros
Taxa é referente aos gastos no exterior em 2010 |
Os pagamentos com cartão de crédito responderam por 61,90% dos gastos de brasileiros no exterior em 2010, segundo dados do Banco Central divulgados nesta terça-feira (25).
No período, as despesas no cartão de crédito atingiram US$ 10,166 bilhões dos US$ 16,422 bilhões gastos por brasileiros em outros países.
Já o montante gasto no cartão de crédito por turistas estrangeiros no Brasil no mesmo período foi de US$ 4,316 bilhões, o que corresponde a 72,91% dos US$ 5,919 bilhões deixados por estrangeiros no País.
Outras despesas com viagens de turismo de brasileiros no exterior somaram US$ 5,678 bilhões, enquanto as de estrangeiros no Brasil somaram US$ 1,464 bilhão.
Comparação anual
Frente a 2009, os gastos dos brasileiros com cartão de crédito em viagens ao exterior cresceram 54,33%, já que, naquele ano, o montante apurado foi de US$ 6,587 bilhões. Já os gastos dos estrangeiros com cartões no Brasil registraram alta de 35,94% em um ano, uma vez que, em 2009, atingiram US$ 3,175 bilhões.
Ao todo, a maior parte das despesas cresceu no período, sendo que o valor destinado ao turismo aumentou 46,72%.
No que diz respeito aos gastos com turismo dos estrangeiros no Brasil, por outro lado, houve decréscimo de 27,38%, pois, em 2009, eles deixaram por aqui US$ 2,016 bilhões.
Dezembro
Em dezembro, as despesas no cartão de crédito atingiram US$ 1,020 bilhão, respondendo por 59,09% dos US$ 1,726 bilhão gastos por brasileiros em outros países no décimo segundo mês do ano.
Já o montante gasto no cartão de crédito por turistas estrangeiros no Brasil no mesmo período foi de US$ 445 milhões, o que corresponde a 73,31% dos US$ 607 milhões deixados por estrangeiros aqui.
Os pagamentos com cartão de crédito responderam por 61,90% dos gastos de brasileiros no exterior em 2010, segundo dados do Banco Central divulgados nesta terça-feira (25).
No período, as despesas no cartão de crédito atingiram US$ 10,166 bilhões dos US$ 16,422 bilhões gastos por brasileiros em outros países.
Já o montante gasto no cartão de crédito por turistas estrangeiros no Brasil no mesmo período foi de US$ 4,316 bilhões, o que corresponde a 72,91% dos US$ 5,919 bilhões deixados por estrangeiros no País.
Outras despesas com viagens de turismo de brasileiros no exterior somaram US$ 5,678 bilhões, enquanto as de estrangeiros no Brasil somaram US$ 1,464 bilhão.
Fonte: Infomoney |
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| Como agir quando um cliente estiver errado? |
Imagine as seguintes cenas: um cliente chega à sua loja, com um produto surrado de tanto uso, dizendo que o mesmo apresenta algum defeito (por exemplo: a sola gasta de um sapato; uma camiseta que desbotou de tanto ter sido lavada; um pneu que ficou careca); ou então o alegado defeito foi provocado pelo uso inadequado do produto (um celular que deixou de funcionar depois de ter sido “usado” dentro de uma piscina; o forno de microondas que foi usado para “aquecer” uma lata de refrigerante).
O que fazer numa situação dessas, quando fica evidente não se tratar de um defeito, ou quando o defeito foi provocado pelo próprio cliente?
Primeiramente vamos verificar o que a lei considera defeito.
O que o Código de Defesa do Consumidor considera defeito:
O CDC define que produto defeituoso é aquele que não oferece a segurança que dele se espera, levando em conta sua apresentação (informações sobre seu uso e conservação); o uso e os riscos que dele se esperam (advertências no seu manual de instruções) e a época em que ele foi colocado no mercado (data de fabricação). No caso de serviços, é considerado defeituoso aquele que não fornece a segurança que o consumidor pode esperar dele, levando em conta o modo de seu fornecimento; o resultado e os riscos que razoavelmente dele se esperam; bem como a época em que ele foi prestado.
Entendemos através dessas definições que o desgaste normal provado pelo uso ou pela simples passagem do tempo de um produto ou serviço não pode ser considerados defeitos. Além disso, não se pode considerar defeito alguma característica específica de um produto ou serviço, ou mesmo algum risco que seja razoável esperar de tal produto ou serviço.
Além disso, existem casos em que o defeito apresentado pelo produto ou serviço foi provocado pelo consumidor ou por terceiros, ao fazerem uso inadequado ou por não terem observado corretamente as orientações sobre sua conservação.
Em qualquer uma dessas situações, a empresa não está obriga a reparar ou a substituir tais produtos/serviços.
Mas como lidar com o consumidor em casos como estes?
Recomendo transparência e respeito ao lidar com o cliente.
Quando não existir amparo legal numa reclamação apresentada por um cliente, aconselhamos que ele seja informado sobre isto de forma clara e respeitosa.
Após o consumidor ter sido ouvido atentamente, e, se a analise do problema por ele apresentado demonstrar não se tratar de um defeito do produto/serviço ou então se ficar evidente que tal defeito foi ocasionado pelo mau uso ou conservação inadequado, que essa situação seja esclarecida para o consumidor.
Lembre-se de dizer apenas que o consumidor está errado sem explicar os motivos que levaram a esta conclusão é pior do que se recusar a atendê-lo, o que deve ser evitado.
Ainda, pode ser que o consumidor se recuse a aceitar a explicação da empresa. Neste caso evite “bater boca” com ele. Antes, informe-o de forma respeitosa que ele tem o direito de levar sua demanda para analise de um dos órgãos de defesa do consumidor. Isto servirá para encerrar a discussão, além de demonstrar que sua empresa está segura da decisão tomada.
Fonte: Magno Andrade – Advogado e Economista
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